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24 de outubro de 2010

"Dono" e "posse": palavras que não combinam com os animais.


Codigo-de-cao    Dois vícios infelizmente ainda comuns entre defensores de animais e legisladores, sem falar da população como um todo, são considerar a tutela e responsabilidade de uma pessoa sobre seu bicho de estimação uma “posse” e chamar humanos que cuidam e tutelam animais domésticos de “donos”. Quem nunca falou ou ouviu expressões como “o dono desse cão...” ou “...em prol da posse responsável de animais”? É esse uso extremamente inadequado e vicioso, senão especista, dessas palavras que todos precisam repensar e abolir da relação entre os humanos e os animais não-humanos.
 
Há de se responder às perguntas: por que é inadequado dizer que um tutor de bichos de estimação é dono deles? Por que não é bom falar “o dono do bicho”? Por que não falar de posse de animais domésticos? Em primeiro lugar, evoco a semântica denotativa, a que não tem sentido figurado (conotativo). As palavras “dono” e “posse” denotam propriedade. O dono de algo é proprietário desse mesmo algo. Quem tem posse tem propriedade sobre o objeto possuído. Seria ético dizer que temos propriedade sobre nossos bichos de estimação?

(Leia a continuação desse texto em "Artigos", clicando aqui).

Por Nathália Mota 

15 de outubro de 2010

Texto - "Encontrei seu Cão"


ENCONTREI SEU CÃO
(autor desconhecido) – Radio Globo em 23/07/05
 
Hoje encontrei seu cão. Não, ele não foi adotado por ninguém. Aqui por perto, a maioria das pessoas já têm vários cães; aqueles que não têm nenhum, não querem um cão. Acho que você esperava que ele encontrasse um bom lar quando o abandonou aqui. Mas ele não encontrou. 

Quando o vi pela primeira vez, ele estava próximo a minha casa... estava sozinho, com sede, magro e mancava por causa de um machucado na pata. Eu queria tanto ser você naquele momento em que parei na frente dele só para ver sua cauda abanando e seus olhos brilhando ao pular nos seus braços, pois ele sabia que você o encontraria, sabia que você não esqueceria dele. 

Queria ver o perdão em seus olhos pelo sofrimento e pela dor por que ele havia passado em sua jornada sem fim, à sua procura... Mas eu não era você.
E, apesar das minhas tentativas de convencê-lo a se aproximar, seus olhos viam um estranho. Ele não confiava em mim.  Ele virou as costas e seguiu seu caminho, pois tinha certeza de que esse caminho o levaria a você. Ele não entende que você não está procurando por ele.

Ele  sabe apenas que precisa te encontrar. Isso é mais importante do que comida, água ou o estranho que pode lhe dar essas coisas.
Percebi que seria inútil tentar persuadi-lo ou segui-lo. Fui para casa, enchi um balde d'água e uma vasilha de comida e voltei para o lugar onde o havia encontrado. Não havia nem sinal dele, mas deixei a água e a comida debaixo da árvore onde ele havia buscado abrigo do sol e um pouco de descanso. 

Veja bem, ele não é um cão selvagem. Ao domesticá-lo, você tirou dele o instinto de sobrevivência . Ele só sabe que precisa caminhar o dia todo. Ele não sabe que o sol e o calor podem custar-lhe a vida. Ele só sabe que precisa encontrar você. 

Aguardei na esperança de que voltasse para buscar abrigo sob a árvore, na esperança de que a água e a comida, que havia trazido,  fizessem com que confiasse em mim e eu pudesse levá-lo para casa, cuidar do machucado da pata, dar-lhe um canto fresco para se deitar e ajudá-lo a entender que agora você não faria mais parte de sua vida. 

Ele não voltou aquela manhã e, quando a noite caiu, a água e a comida permaneciam intocadas. Fiquei preocupada. Você deve saber que poucas pessoas tentariam ajudar seu cão. Algumas o enxotariam, outras chamariam a carrocinha, que lhe daria o destino do qual você nem se importou que pudesse acontecer. 

Voltei na manhã seguinte e vi que a água e a comida permaneciam intactas. Ah, se você estivesse aqui para chamar seu nome! Sua voz é tão familiar para ele.
Comecei a ir na direção que ele havia tomado ontem, sem muita esperança de encontrá-lo. Ele estava tão desesperado para te encontrar, que seria capaz de caminhar muitos quilômetros sem se dar conta. 

A uma boa distância do local onde eu o havia visto pela primeira vez, finalmente encontrei seu cão. A sede não o atormentava mais. Sua fome havia desaparecido e suas dores haviam passado. O machucado da pata não o incomodava mais. Agora seu cão está livre de todo sofrimento. Seu cão morreu. 

Ajoelhei-me ao lado dele e amaldiçoei você por não estar aqui ontem para que eu pudesse ver o brilho, por um instante sequer, naqueles olhos vazios. Rezei pelo seu cão, pedindo que sua jornada o tenha levado àquele lugar no céu que ele merecia. Se você soubesse por quanta coisa ele passou... E eu sofro, pois sei que, se ele acordasse agora, e se eu fosse você, seus olhos brilhariam ao reconhecê-lo, ele abanaria sua cauda, perdoando-o por tê-lo abandonado. 

 


Por Nathália Mota

4 de outubro de 2010

4 de Outubro: Dia nacional de adotar um animal

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Agregar valores é uma proposta de aprendizado, é sinônimo de fortalecer e crescer.O dia 4 de outubro, é dedicado a São Francisco de Assis, o verdadeiro protetor dos animais.Não consigo vislumbrar , um dia melhor que este , para aproximarmos as pessoas dos princípios que envolvem a adoção.

O objetivo desta data, é permitir que as pessoas se envolvam com a causa animal, mantendo um contato próximo com os problemas mais possíveis de serem solucionados.A partir , dai elas serão aos poucos envolvidas, e num processo natural de evolução, irão buscando resolver problemas mais complexos, que necessitam de conhecimentos mais aprofundados.

Precisamos conscientizar.Mostrar que o problema dos animais tem solução , que isto não está relacionado diretamente com a existência deles , por isto elimina-los não resolve nada, precisamos sim, alterar a maneira que o ser humano os vê dentro da sociedade.É preciso mudar as atitudes para rever os conceitos.Eles são regidos pelas leis da natureza, onde lhes é concedido o direito á vida.

O ser humano, criou tantas leis, que hoje esta perdido na sua essência.A partir do momento que as pessoas começarem a compartilhar riquezas interiores , aprendendo a SOMAR , tudo começara a mudar.



Analisando a "magia"escondida na palavra SOMAR, se invertermos as letras ficará RAMOS, que significa subdivisão do caule da árvore.São Francisco de Assis, representa aqui a árvore , a seiva, e o Dia Nacional de Adotar um Animal é um dos ramos, que somado aos demais irá florescer nos corações sensíveis, permitindo que os "frutos" sejam saboreadores por todos que souberam cuidar da semente, gerando raízes profundas , possibilitando que os animais desfrutem de uma condição digna de vida na sociedade.


Adotar um animal exige responsabilidade do dono e um compromisso com a vida deste ser indefeso.O abandono precisa ser encarado como um ato desprezível.O trato dispensado ao animal deveria caracterizar o perfil do caráter da pessoa.Quem o maltratasse deveria ser marginalizado pela sociedade.

Eu idealizei e estou empenhada em fortalecer esta data especial, para incentivarmos a adoção dos animais abandonados. Existem muitos animais abandonados à espera da oportunidade de serem adotados . Uma chance de encontrar comida, um teto, saúde e carinho. Enfim, de encontrar uma família, que possa tratá-los com respeito e dignidade.

Como você pode participar: 

Divulgando esta proposta, a partir de agora, para seus amigos, nas escolas, no trabalho, na faculdade, na igreja, enfim ecoando no coração das pessoas. Através de cartazes confeccionados com muito carinho e criatividade, você poderá divulgar em vários locais públicos, clinicas veterinárias e pet shops.



Cada aliado que se disponha ajudar , será sempre uma grande conquista e aumentará a possibilidade de diminuirmos o número de animais abandonados.

A sua entidade poderá realizar eventos de manifestação de apoio e assim, marcar a sua participação neste processo de valorização e respeito ao animal na sociedade.
 
Fonte

Por Nathália Mota

30 de setembro de 2010

Superpopulação de Animais

 


"PARA CADA PESSOA QUE NASCE, NASCEM 15 CÃES E 45 GATOS."

"A cirurgia de castração previne doenças, evita tumores, garante o bem-estar dos animais, facilita a interação homem-animal e é a única medida eficaz no controle da superpopulação de cães e gatos."

O problema da superpopulação será resolvido com vontade política de nossos governantes e investimento de verbas públicas para Campanhas de Castração

Fonte

Por Nathália Mota

25 de setembro de 2010

Se um cachorro fosse seu professor…


Se um cachorro fosse seu professor  
Você aprenderia coisas assim…

Quando alguém que você
Ama chega em casa,
Corra ao seu encontro.
Nunca perca uma oportunidade
de ir passear de carro.
Permita-se experimentar o ar
fresco do vento no seu rosto.
Mostre aos outros que estão
invadindo o seu território.
Tire uma sonequinha no meio
do dia e espreguice antes de levantar.


Corra, pule e brinque todos os dias.
Tente se dar bem com o próximo
e deixe as pessoas te tocarem.
Não morda quando um simples
rosnado resolve a situação.

Em dias quentes, pare e role na
grama, beba bastante líquidos e
deite debaixo da sombra de uma árvore.
Quando você estiver feliz, dance                                
e balance todo o seu corpo.

Não importa quantas vezes o outro
te magoa, não se sinta culpado… volte
e faça as pazes novamente.
Aproveite o prazer de uma longa caminhada.
Se alimente com gosto e entusiasmo.
Coma só o suficiente.
Seja leal.

Nunca pretenda ser o que você não é.
E o mais importante de tudo…
Quando alguém estiver nervoso ou
triste, fique em silêncio, fique por perto    
e mostre que você está ali para confortar.
A amizade verdadeira não aceita imitações!!!

E nós precisamos aprender 
isto com um animal que, 
dizem que é IRRACIONAL...

Autor desconhecido


Fonte

Por Nathália Mota


25 de agosto de 2010

Não Abandone seu Animal de Estimação!


Muita gente acha que nas ruas ele terá alguma chance de sobrevivência. Isto é um grande engano.
A maioria dos animais, 90% deles, morrem logo após o abandono: eles morrem por causa de doenças, brigas, fome, são atropelados e muitos são vítimas de maus-tratos.
E nas ruas, os animais têm uma morte lenta e dolorosa, uma morte solitária.
Muitos são capturados pela carrocinha e ficam três dias esperando que seus donos apareçam. Depois disto, recebem uma injeção letal.






Você precisa saber que os animais dependem de nós, seres humanos, para sobreviver.


Para eles, ir para as ruas é a mesma coisa que ser condenado à morte.


Se por algum motivo muito forte você não puder ficar com seu amigo, procure doá-lo e encaminhá-lo para um lar seguro, só assim ele estará tendo uma chance.


Sempre tem alguém procurando por um animal de estimação e existem muitos Sites de Adoção que são bastante visitados. 

Não é difícil doar um cachorro ou gato, não dá trabalho e você ficará com a consciência tranqüila e não estará traindo a confiança de seu melhor amigo.



Faça isto por ele, ele faria muito mais por você: ele daria sua vida por você.


Tenha compaixão e respeito pelos animais que nos amam e confiam em nós.




Por Willian

24 de agosto de 2010

Adotar é ganhar um amigo fiel para sempre





"...Cães não precisam de carros luxuosos, casas grandes ou de roupas chiques. Água e alimentos já são o bastante. Um cachorro não liga se você é rico ou pobre. Esperto ou não. Inteligente ou não. 

Dê o seu coração e ele dará o dele. De quantas pessoas podemos dizer o mesmo? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puras e especiais? Quantas pessoas nos faz sentir...extraordinários?"

John Grogan,autor de Marley Eu.

Por Willian